segunda-feira, 9 de março de 2015

Casais bonitos geram meninas. Diz estudo científico.

A Katie Holmes e o Tom Cruise têm a Suri, a Angelina Jolie e o Brad Pitt a Shiloh e aí por diante. Um novo estudo mostra que pessoas atraentes, quando têm um bebê, normalmente produzem mais meninas que meninos.

A pesquisa foi feita pelo psicólogo Satoshi Kanazawa, que escreveu um livro chamado “Por que pessoas bonitas têm mais filhas?”. O estudo foi longo – 17 mil bebês nascidos na década de 50 foram acompanhados. Seus professores deviam dar uma nota para a atratividade das crianças quando elas tinham 7 anos. 45 anos depois, elas foram entrevistadas e as que foram consideradas mais atraentes normalmente tinham mais filhas em vez de filhos.
A hipótese de Kanazawa é que, como a beleza acaba beneficiando mais as mulheres do que homens em termos reprodutivos (homens buscam uma parceira bonita enquanto moças buscariam um parceiro confiável e estável), seria lógico que pais bonitos produzissem mais filhas, pois seriam elas que se beneficiariam dessa genética.
É claro que é uma pesquisa controversa (e que não explica como a Gisele Bundchen deu à luz a um menino), e até agora não há como provar seus resultados,que poderiam ser explicados apenas por coincidência numérica, permitida pela probabilidade. No entanto, os pesquisadores estão divulgando os resultados justamente para acender o debate e tentar chegar a uma conclusão mais sólida.

FONTE hypescience

quinta-feira, 5 de março de 2015

Entenda a Paralisia do Sono - um pesadelo acordado!

Paralisia do sono é uma condição quando o indivíduo sente que está acordado, mas é incapaz de se mover, falar ou agir. Ela se manifesta quando a pessoa está  na fronteira entre os primeiros estágios de despertar e o derradeiro de sono. É um distúrbio similar ao sonambulismo, mas que se difere no sentido da imobilidade involuntária. A condição pode durar alguns poucos segundos ou até alguns minutos antes de se conseguir despertar por inteiro e adquirir o controle novamente.

Para alguns, é como estar acordado durante um pesadelo. Se você um dia experimentou a Paralisia do Sono, poderá compreender o quão estranha é essa situação.

Mitos e lendas a respeito da paralisia do sono aparecem em todo o mundo. Ao longo de séculos, os sintomas tem sido descritos de muitas maneiras e muitas vezes atribuídos a ação de seres malignos: entidades misteriosas e diabólicas nos tempos antigos, velhas bruxas capazes de realizar feitiços e malefícios na Idade Média e mais recentemente abduções alienígenas.

Praticamente todas as culturas ao longo da história possuem lendas a respeito de criaturas sombrias e malignas que aterrorizam os humanos quando eles estão dormindo. As pessoas sempre buscaram explicações para misteriosas paralisias e a recorrente sensação de terror que a acompanha.

De acordo com pesquisas, este estranho fenômeno tende a ocorrer mais frequentemente do que se pode imaginar, atingindo um grande número de pessoas. A grande maioria, no entanto, não se recorda da experiência... Cientistas sugerem que é essencial examinar as causas e raízes da paralisia do sono de um ponto de vista científico e de uma perspectiva socio-cultural a fim de compreender os fatores que levam a condição.

Durante um encontro realizado em 2012 pelo Centro de Pesquisas do Sono, organizado pelo Professor Christopher French (uma das maiores autoridades em Paralisia do Sono no mundo) diretor do Departamento de Psicologia da Universidade de Londres, foram discutidos os sintomas do distúrbio.

"A pessoa que sofre de Paralisia do Sono apresenta um estado de semi-consciência no qual não é capaz de assumir se está acordada ou dormindo. É justo afirmar que ela se encontra num ínterim entre as duas condições. Imediatamente, ele descobre que não tem domínio sobre o seu sistema motor ou coordenação, e se vê totalmente incapaz de se mover. Nesse estado de impotência e fragilidade, muitos mencionam o que é descrito como a sensação de se estar diante de uma presença desconhecida. É como se a pessoa fosse capaz de sentir que alguém está fisicamente muito próximo, mas não é capaz de ver ou tocar essa forma, para todos os efeitos ela é incorpórea e invisível. O indivíduo tem certeza que existe algo ou alguém com ele no aposento e que essa presença é de alguma forma hostil. Alguns se referem a essa presença como algo maligno, simplesmente uma força perversa que existe apenas para propagar o mal" relata o Professor French.



É muito comum que nesse estágio da Paralisia do Sono ocorram alucinações. Essas podem ser visuais (a pessoa vê luzes se movendo no quarto, sombras escuras, formas grotescas e monstruosas se formando no ar), auditivas (ouve vozes, passos e ruídos incomuns), olfativas (sente cheiros estranhos, odores fortes e desagradáveis) e tácteis (a pessoa sente que está sendo tocada), como se existisse alguém muito perto, a ponto de senti-la encostando ou pressionando seu corpo. Algumas vezes existe uma combinação de vários desses elementos se manifestando simultaneamente em uma grande alucinação.

A cineasta britânica Carla MacKinnon ficou interessada no tema quando ela mesma começou a despertar várias vezes por semana incapaz de se mover, sempre com a mesma sensação de pavor causada por uma presença se manifestando em seu quarto. "Eu sofri sucessivos episódios de Paralisia do Sono, e fiquei muito interessada no que vinha acontecendo, tentei coletar informações e testemunhos para chegar a um significado médico disso".

A pesquisa de MacKinnon se transformou em um documentário, patrocinado pelo Royal College of Arts de Londres, que chama a atenção do público para esse estranho fenômeno.

No documentário, McKinnon entrevistou vários psicólogos e experts que ofereceram suas opiniões sobre o tema e pode compartilhar suas próprias experiências:

"Eu olhava para o meu braço e tentava movê-lo. Eu o comandava, mas ele continuava estático. Quando eu tentava rolar para o lado, ou sentar, meu corpo se mostrava entorpecido. Eu não sentia nada, mas estava ciente do que estava acontecendo à minha volta. Podia ver meu marido dormindo tranquilamente, mas não tinha como pedir ajuda a ele. Eu entrei em pânico, achando que estava sofrendo um acidente vascular. Meu corpo era uma casca e eu não tinha o menor controle sobre ele. Eu então desisti de lutar, queria pedir ajuda, mas a voz não saia. Veio então aquela esmagadora intuição, como se algo estivesse pressionando o meu peito, uma presença física e onipresente", conta Carla no documentário.

"Era como se houvesse alguém ali comigo. Uma forma escura, sinistra, simplesmente aterrorizante. Eu não via detalhes da sua aparência, pois o quarto estava muito escuro, mas era capaz de sentir seu peso em cima de mim, as suas mãos frias no meu pescoço e um cheiro desagradável de frutas podres. Era um pesadelo terrível e consciente que durava apenas alguns minutos, mas parecia levar horas para terminar".



Outra testemunha que aceitou falar a respeito de sua Paralisia de Sono no documentário foi o estudante universitário Peter Moore que sofre dessa condição desde os treze anos de idade. Ele já despertou várias vezes incapaz de se mover e com uma forte sensação de estar sendo pressionado por alguma coisa pesada em seu peito, tornando quase impossível respirar. Peter aceitou ser hipnotizado a fim de descrever o que o afligia. Ele relatou então um episódio especialmente aterrorizante em que um enorme gato preto sentava sobre o seu peito para morder seu rosto. 

Peter foi capaz de descrever em detalhes o quarto que ocupava quando morava com os pais e explicou que seu corpo estava totalmente imobilizado, sendo capaz de mover apenas os olhos de um lado para o outro. O mais terrível em sua visão era a descrição do felino, um gato cuja cabeça não passava de um crânio branco, devorado por vermes e que rosnava sibilando ameaçadoramente. Durante a sessão de hipnose a agonia de Peter era tamanha que quando a hipnose foi quebrada e ele despertou, a primeira coisa que fez, foi socar o ar e se levantar. O pesadelo de Peter encontrava eco uma fobia crônica de felinos.

Outra vítima de Paralisia do Sono, o neuropsicanalista e autor Paul Brooks passou a se dedicar ao estudo do distúrbio como maneira de aplacar seus pesadelos recorrentes:

"Hoje eu reconheço que sofria de sonhos lúcidos, um estado alucinatório margenado as terras profundas do mundo onírico. Quando a mente está em um estado de alerta, mas o corpo permanece aprisionado pela paralisia do sono, uma interseção entre a realidade e o sonho. É algo aterrorizante, inexplicável. Você não consegue respirar, não consegue se mover, falar ou gritar por socorro. É como estar aprisionado diante de um animal selvagem que vai se aproximando lentamente para atacar. Eu acordei várias vezes coberto de suor e com lágrimas no rosto. Em uma ocasião, minha esposa teve que jogar água em meu rosto para que eu me acalmasse. É algo absolutamente perturbador", contou o Dr. Brooks a respeito de suas experiências.

Como mencionado previamente, é muito comum às pessoas sofrendo de Paralisia do Sono travar encontros inexplicáveis com criaturas sobrenaturais, sejam estas demônios, seres monstruosos, bruxas e até extraterrestres realizando cirurgias experimentais.

"Imagens comuns de pessoas barbadas, duendes, demônios gargalhando e de monstros sussurrando em línguas desconhecidas, de figuras sem rosto, animais medonhos, insetos repugnantes e outras coisas são manifestações comuns. As alucinações criadas pela própria mente são incrivelmente reais. Há muitas descrições de vítimas de paralisia do sono se referindo a criaturas da ficção e personagens de filmes".

O Dr. Brooks contou que seus episódios de Paralisia do Sono envolviam uma figura totalmente escura. "Parecia um tipo de demônio medieval ou gárgula gótico, atarracado e corcunda que ficava de pé na guarda da minha cama, balançando para frente e para trás. Por vezes ele abria a boca e uma fumaça cinzenta surgia de dentro dela. Eu conseguia sentir o movimento da cama, ouvia claramente o ruído dela rangendo e até o cheiro ocre do seu hálito. A experiência durava alguns minutos e depois se encerrava subitamente".



Com descrições como essa, não é de se surpreender que muitas vezes esses episódios acabem sendo interpretados como o assalto de uma entidade diabólica. Contudo especialistas tem uma explicação científica de como ocorre o distúrbio:

Durante o sono normal, o cérebro e o corpo passam por quatro estágios de relaxamento durante o qual os índices fisiológicos como atividade cerebral, pulsação cardíaca e respiração diminuem significativamente. O indivíduo entra então em um estágio de sono profundo chamado Sono-REM (quando as pálpebras se movem de um ladopara o outro durante o sono).

O ciclo inteiro, leva entre 90-100 minutos e se repete ao longo de todo o repouso. Os sonhos podem ocorrer durante todos os estágios, mas os sonhos mais vívidos, que parecem verdadeiros, tendem a ocorrer quando o indivíduo se encontra no estágio REM.

Durante esse período, os músculos do corpo são paralisados, presumivelmente para impedir a ação do sonhador de andar, falar e se movimentar. É um tipo de defesa do corpo, que nos sonâmbulos pode falhar. Durante episódios de paralisia do sono, alguma coisa sai do controle, e o estado de imobilidade permanece mesmo após o indivíduo estar desperto, geralmente por alguns segundos e no máximo por alguns minutos. Se isso não fosse assustador o bastante, em alguns casos (não em todos, é importante salientar), a mistura do estado de consciência e sonho pode resultar em alucinações bizarras.


Uma em vinte pessoas que sofrem de paralisia do sono descrevem como sintomas associados a ela, a forte sensação de haver uma presença física próxima, a dificuldade de respirar, um medo intenso e vários tipos de alucinações. Embora os especialistas não saibam ainda definir qual o fator que torna uma pessoa mais propensa a sofrer desses pesadelos, sabe-se que alguns indivíduos tem propensão a esse tipo de distúrbio que os acompanha ao longo de toda vida.

As pessoas que sofrem do mal podem ser aterrorizadas por manifestações ilusórias que não envolvem necessariamente algo paranormal, algumas vezes é possível imagionar a presença de um ladrão, de um assassino ou de um estuprador. De qualquer maneira a experiência pode ser extremamente traumática.
.


É possível que a sensação de terror seja consequência de uma ativação da amídala, a glândula do cérebro responsável pelos estímulos de percepção que identificamos como ameaças e terrores cotidianos. 

Um dos aspectos mais fascinantes a respeito da Paralisia do Sono diz respeito às várias modalidades de experiências descritas em diferentes culturas. Durante a Idade Média, episódios condizentes com paralisia do sono, eram tratados como visitas noturnas de bruxas, seus animais familiares (induzidos a atormentar a pessoa) e entidades demoníacas movidas por desejos sexuais.  
Mesmo nos dias atuais, muitas sociedades interpretam essas experiências em termos sobrenaturais baseando-se em folclore e crenças enraizadas na sociedade em que vivem. No Canadá, a crença na "Velha Bruxa" que senta no peito da pessoa que dorme tranquilamente para sufocá-la é bastante conhecida. No folclore do Japão existe o kanashibari, um tipo de demônio noturno que esgana as suas vítimas e rouba a sua respiração. No Brasil existe a "pisadeira", uma bruxa cadavérica que tende a pisar no estômago e no peito de suas vítimas até esmagá-los.

Os estudiosos desse distúrbio tem interesse em definir como as crenças tendem a afetar a interpretação em termos sobrenaturais dos indivíduos que sofrem da paralisia do sono. Como a mente de cada indivíduo dá forma a uma alucinação específica. Nesse conceito, a paralisia do sono, oferece uma oportunidade quase única de estudar a reciprocidade entre biologia e cultura.   

Estima-se que milhões de pessoas no mundo sofram da paralisia, um mal considerado um distúrbio moderadamente grave do sono.  Muitas pessoas não se recordam desses pesadelos despertos, afortunadamente esquecem deles no momento que despertam por inteiro, mas continuam tendo a sensação incômoda de falta de ar e pavor. Outros se recusam a falar sobre o assunto ou tentam contornar o mal com tranquilizantes, drogas entorpecentes ou álcool.
Pessoas que sofrem episódios recorrentes de Paralisia do Sono, evitam relatar suas experiências por temer serem ridicularizadas ou taxadas como "loucas". Isso pode levar a isolamento social, paranóia, insônia e vários outros males relacionados a esgotamento físico e nervoso.

FONTE: MUNDO TENTACULAR

quarta-feira, 4 de março de 2015

Vamos parar de roer unhas!!

Se você já tentou parar o seu hábito de roer unhas, você reconhece o quanto ele pode ser desafiador.

Talvez você tenha usado esparadrapos ou ataduras sobre os dedos, ou tentou passar algum produto com sabor amargo, ou até mesmo pimenta.

Esses métodos apodem ter funcionado por um tempo, mas finalmente lá estavam as unhas e cutículas roídas novamente.

O hábito de roer as unhas é persistente e de natureza semelhante a outras manias relacionadas ao estresse e a ansiedade, inclusive escolhendo coçar a pele e arrancar os cabelos. Basicamente, estes comportamentos cumprem uma função psicológica e emocional, se o desejo não é eliminado ou saciado, o comportamento será reiniciado. Nenhuma quantidade de molho de pimenta nas unhas vai reduzir a necessidade de roer unhas ou trazer a sensação de relaxamento que você tem depois de ter roído suas unhas.

Parar de roer unhas envolve bastante disciplina e força de vontade. É preciso ficar constantemente atento para não se deixar levar pela tentação de roer as unhas.

Isso porque esse hábito é compulsivo, ou seja, difícil de ser controlado. Muitas vezes, a pessoa nem percebe que está atacando as unhas e quando se dá conta é muito tarde: o dedo já está destruído, frequentemente com sangramentos e inflamações.

Os psicólogos afirmam que roer as unhas, na maioria das vezes, funciona como uma espécie de alívio inconsciente para sentimentos como ansiedade e insegurança.

Essa mania, que é chamada cientificamente de onicofagia, costuma começar na infância e pode se estender por toda a idade adulta. E ela não escolhe sexo, sendo comum em homens e mulheres.

Deve-se lembrar que as unhas roídas não são apenas esteticamente condenáveis (afinal, as mãos perdem todo seu encanto). O ato de roê-las também facilita a entrada de várias bactérias no organismo humano.

Como a pessoa passa o dia com os dedos na boca, dá para imaginar a enorme quantidade de micróbios e bactérias que ela está ingerindo constantemente.

Além disso, os “roedores” ficam suscetíveis a contrair micoses nos dedos. Estas não são razões suficientes para tentar domar esse vício?

Controle é fundamental

Uma vez decidido a parar de destruir as unhas, procure seguir alguns procedimentos que poderão fazer com que você abandone esse terrível hábito.

Primeiro, tente identificar os momentos em que você leva as mãos à boca: se é quando está tenso, ansioso, depressivo, cansado, distraído, triste ou, até mesmo, alegre.

Quando você perceber o que o leva a roer as unhas, ficará mais fácil controlar-se. Afinal, você saberá quando está propício a praticar a onicofagia.

Nesses momentos – e quando sentir o impulso de roer – tente relaxar. Alguns exercícios de respiração funcionam como um bom alívio para as tensões.

Por exemplo: respire lentamente, inspirando o ar em quatro tempos e expirando em cinco. Com esse exercício, você promoverá um aumento de oxigenação e aliviará sua ansiedade.

Outras dicas

Existem outros artifícios aos quais você pode recorrer para tentar inibir a vontade de roer. Homens e mulheres precisam manter as unhas aparadas e lixadas – e se não tiverem muita prática, é recomendável procurar uma manicure.

As meninas têm mais armas a seu favor. Elas podem manter as unhas com esmaltes coloridos – o que costumam funcionar como um lembrete de que elas não poderão roer as unhas. Uma outra alternativa é usar esmaltes que tenham sabores amargos.

Passar óleo de oliva ou óleo secante para esmaltes também pode funcionar. Estes óleos amolecerão as unhas e dificultarão o ato de roer. Unhas postiças ou de porcelana também podem ser utilizadas.

Hipnoterapia

Existe um tratamento de três etapas que podem eficientemente parar a mania de roer as unhas, mas você deve estar motivado a fazê-lo. O passo essencial envolve a hipnose.

Para os que não conhecem a técnica, a hipnose evoca imagens de pessoas balançando pêndulos ou sendo induzidas a comer cebola para a diversão de platéias em programas de tv. Tenha certeza de que na sua essência, a hipnose clínica é apenas um relaxamento profundo conduzido por um profissional saúde capacitado que leva a um estado mental favorável a mudanças de comportamento. Muitas pessoas acreditam erroneamente que transes hipnóticos são como o sono, mas durante a hipnose você fica acordado e completamente consciente, mas extremamente relaxado e receptivo a sugestões de mudanças.

Na verdade, a maioria de nós vivencia algum tipo de auto-hipnose todos os dias, durante os períodos em que ignoramos a maioria dos estímulos em torno de nós para nos concentrarmos em uma tarefa em particular. Isso acontece naturalmente quando nos sonhamos, lemos ou assistimos a um bom filme.

A causa do hábito de roer as unhas está relacionada ao estresse, o seu sucesso vai depender de como conseguirá manejar o estresse e aliviar a ansiedade e a tensão. O objetivo primário da hipnoterapia é mostrar-lhe como manter um estado de relaxamento sempre, o que é oposto a ansiedade e a tensão.

O próximo passo para inibir a tendência a roer as unhas é tomar consciência que esta ação de roer as unhas é feita inconscientemente. A hipnoterapia é eficaz para esta parte do tratamento, pois acessando a mente inconsciente se poder gerar a percepção da mente consciente de que você está roendo as unhas, o que pode ajudar muito a contornar a situação. Com a hipnoterapia se pode aprender a administrar o estresse, principal causador de desejo de roer as unhas, minimizando-o, ou mesmo erradicando-o, o hábito pode ser interrompido e o comportamento modificado para sempre.

A ação final para o uso hipnoterapia é erradicar totalmente o principal desejo de roer as unhas. Há intervenções que podem efetivamente fazer você renunciar a roer as unhas, porque assim como os hábitos podem ser desfeitos com a ajuda da hipnose, novos hábitos saudáveis também podem ser estabelecidos.

Certifique-se que o hipnoterapeuta seja psicólogo, ou médico, pois são profissões que, por lei, detém responsabilidade jurídica e ética sobre os tratamentos que aplicam. As técnicas utilizadas pelos profissionais para fazer sugestões benéficas para o seu inconsciente são totalmente diferentes de técnicas usadas para recuperação da memória ou regressão de idade. Assim, o uso de hipnoterapia para tratar a compulsão de roer as unhas não resultará em busca de traumas ou memórias indesejadas, o que acontece apenas em práticas amadoras ou místicas que fazem uso da hipnose.

CONCLUSÃO: 
Roer as unhas é uma compulsão, como qualquer outra, apenas a determinação consciente, geralmente, não é suficiente para eliminar este comportamento. O tratamento profissional usando a hipnoterapia e outras estratégias psicológicas disponíveis, garantirão os resultado mais breves e eficientes, conduzindo a uma intervenção bem sucedida para eliminar a compulsão de roer as unhas.

Força de vontade, paciência e calma são importantes para vencer o impulso de devorar as unhas. E tenha certeza de que suas mãos – e sua saúde – agradecerão!

FONTE: UOL


segunda-feira, 2 de março de 2015

Truques de maquiagem para o verão

Nada mais chato que sentir seu make derreter nos momentos em que você menos precisa que isso aconteça, e isso normalmente é rotina durante o verão. A oleosidade, o brilho da pele e a transpiração são algumas das principais causas do derretimento durante o clima mais quente. Apesar destes fatores, é possível aderir a alguns truques que ajudam você a manter a produção por mais tempo. Saiba como!


1) PREPARANDO A PELE: antes de começar qualquer tipo de make, é necessário preparar sua pele. Principalmente no verão, este preparo conta com hidratação e uso de produtos que controlam o brilho e fixam o make. Antes de passar o produto escolhido, lave bem o rosto com um sabonete neutro e use um tônico facial para reduzir a oleosidade. Aí então, aplique o hidratante;

2) USE PRODUTOS ESPECÍFICOS PARA SEU TIPO DE PELE: há cuidados e produtos específicos para peles secas, para as mistas e para as oleosas. A primeira exige mais hidratação e as demais, mais controle do brilho e da oleosidade. Segundo o maquiador Kaká Moraes, a pele oleosa fixa menos a maquiagem, portanto é necessário usar corretivos e bases compactos, no lugar dos líquidos. Já a pele seca pode e deve receber produtos líquidos, e o pó compacto deve ser usado apenas para retirar o excesso de brilho, se houver. Se usado além da conta, o pó resseca ainda mais a pele seca e pode deixá-la com uma aparência mais velha;

3) PARA OS OLHOS: a recomendação é evitar produtos cremosos - tanto sombras quanto lápis - e fazer uso de produtos à prova d'água, que são mais secos e menos oleosos, evitando, assim, que o make borre no calor. Aplique os produtos com o auxílio de um pincel úmido, específico para produtos compactos;

4) PARA OS LÁBIOS: aposte nos batons de longa duração, que seguram a cor por mais tempo. Para auxiliar e ajudar na fixação, use um lápis delineador de lábios em todo o contorno da boca antes de aplicar o batom escolhido; ele ajuda a fixar e evita que o produto escorra, sendo batom ou gloss, criando uma espécie de "barreira".

Fonte: Lindizzima

Cuide da sua pele. Cuidado com as doenças de Verão!

Durante o verão é comum usar pouca roupa e expôr a pele ao sol, mar, areia, piscinas públicas e à substâncias nocivas, e este contato pode gerar uma doença de pele. Veja quais são, saiba como evitar e o que fazer nas doenças de pele mais comuns do verão:

Queimadura solar:  Os sintomas podem ser aliviados com o uso de compressas de água fria, analgésicos e pomadas como o Caladryl, por exemplo;

Acne solar: Deve ser identificada pelo dermatologista que poderá indicar um creme para um tratamento mais eficaz, ela pode ser evitada com o uso de protetor solar e ao evitar a exposição prolongada ao sol, especialmente entre as 11 e as 16h, durante a vida;

Micose de praia: O fungo responsável pela micose de praia é conhecido como Malassezia furfur, presente naturalmente na pele humana, que ocorre, principalmente, em pessoas com predisposição genética, aparecendo com maior freuência no verão, devido ao calor, umidade e maior oleosidade da pele.

Bicho geográfico: Pode ser evitada ao andar sempre calçado, seu tratamento é feito com a toma de medicamentos receitados pelo médico;
Bicho Geográfico


Brotoeja: Pode ser evitada ao usar roupas frescas e evitar locais muito quentes e úmidos. Não necessita de tratamento específico;

Queimadura com limão, laranja ou maracujá: Pode ser evitada ao lavar muito bem as mãos após espremer estas frutas. Geralmente não necessita de tratamento;

Herpes: Para evitar o contágio da herpes recomenda-se não tocar na ferida e lavar constantemente as mãos. Trata-se com o uso de pomadas como a Zovirax, por exemplo.

Especialmente durante o verão recomenda-se usar diariamente o filtro solar, óculos de sol, roupas frescas, calçados abertos, beber bastante água e evitar a exposição solar entre as 11 e as 16h. Não esquecer o uso de filtro solar e óculos escuros no restante do ano.

Alguns cuidados são ainda mais importantes, como evitar usar maquiagem e perfume ao expôr-se ao sol, pois eles podem reagir e causar alguma reação alérgica local.

Fonte: Tua Saúde

domingo, 1 de março de 2015

Linha erótica para evangélicos na 22ª Erótika Fair em São Paulo

Conquistar o direito de sentir prazer sexual – dentro do casamento entre homem e mulher, é claro – é o novo desafio da vanguarda evangélica após o abandono do modelo coque/saia e a criação do funk gospel. Para João Ribeiro e Lídia Ribeiro, membros da Congregação Cristã, uma das mais tradicionais do País, isso significa mais: ter um espaço nas prateleiras dos sexshops para produtos evangélicos. Eles apostam suas fichas na criação de uma linha voltada exclusivamente para o público religioso.

A procura de itens eróticos para apimentar a relação não é novidade no meio gospel. O iG mostrou que óleos de massagens e vibradores líquidos estão entre os produtos mais procurados pelos fiéis em sexshops. Mas o uso ainda é debatido dentro das igrejas. Para superar o tradicionalismo, os empresários tratam a nova linha, batizada In Heaven, como “novo segredo de um casamento feliz”. Os produtos serão lançados na 22ª Erótika Fair, principal feira do mercado erótico, realizada em São Paulo, entre 6 e 8 de março.
“O nosso stand [da feira] será dividido entre céu e 50 Tons de Cinza”, brinca Ribeiro, já que a linha dividirá espaço com produtos inspirados na trilogia de Christian Grey e Anastasia, que explora o sadomasoquismo e promete ser um dos temas mais explorados no evento.

Carolina Garcia/iG São Paulo
Casal Lídia Ribeiro e João Ribeiro, membros da Congregação Cristã e criadores da linha In Heaven
Evangélicos e sexo: "Deus não se importa com o que o casal faz entre 4 paredes"

O rótulo discreto em branco com uma pomba dourada, clássico símbolo cristão, dá certo tom divino aos quatro primeiros produtos da In Heaven (No céu, em inglês). São eles: Pure (adstringente, que promove a sensação "virgem de novo"), Vibe (vibrador líquido), Mais Prazer (excitante feminino) e Mais Tempo (prolongador de ereção). 

Ribeiro conta que a inspiração do nome veio da música "Cheek to Cheek", versão cantada por Ella Fitzgerald, ícone do jazz nos EUA. Ele acredita que a linha terá a mesma função da canção, "resgatando o romantismo entre os casais apaixonado.

Fonte: IG